22 de julho de 2015
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Parábola do Motociclista Pródigo

Certo empresário, muito rico, tinha dois filhos, ensinava a eles os retos propósitos de Deus para a vida de Seus filhos. (Genesis 2:15-17)

Falava da suficiência da Vida que Deus oferecia, que não precisava ir além de seu território para conhecer mais da Vida.

Todavia, o filho mais novo, “motoqueiro tristão” se sentiu limitado e revoltoso duvidava da suficiência da parte de seu Pai. Queria mais e mais, não importando o preço a pagar. Chamou o seu pai e lhe exigiu conhecer além do limite de seus território, achando que lá seria feliz e próspero. (Genesis 3:1-6)

O pai, em seu infinito amor, concedeu a ele recursos – a herança de bens materiais para que atendesse os anseios do seu coração.

O filho, achando-se “o cara” saiu pegando os quilômetros a sua frente, da sua maneira. (Genesis 3:7)

Passado certo tempo, longo ou curto na visão de quem está sofrendo; o pai ficou em casa à espera do retorno de seu filho motoqueiro, e o seu filho curtindo, zoando nas estradas e varando noites e noites, buscando algo que nunca satisfazia. (Lucas 15:11-32)
A certo tempo, o filho percebeu que estava perdido, sem moto, sem “amigos”, sem os “rolés” e etc. Pensou que não lhe restou nada para rodar de volta pra casa do pai. Caminhando, nas mesmas estradas que desfilava os cromados e o ronco da sua moto, ele conseguiu retornar. (João 3:3, 5-7)

Os céus se abriram, o coração do Pai se fez em festa. (Lucas 15:20-24) Todavia, o filho mais velho, o legalista e “travado”, fez a vontade do inimigo – questionou e resmungou, questionou o Pai sobre o perdão que dera ao filho mais novo (1 João 2:9-11)

O filho mais novo, que agora se propôs a viver uma vida reta e temente a Deus, que passou a ser conhecido por Motociclista Cristão, recebeu o que Deus lhe tinha proposto desde o início, Vida Nova. (Romanos 6:11).
E o mais velho, é merecedor (necessitado) de perdão também, pois, fazia julgamento e condenação de outrem e de si mesmo. (1 João 3:20).

Podemos nos identificar nesses dois filhos e da mesma forma clamar a Deus pelo perdão e redenção perante Ele, recebendo a dádiva da Nova Vida. (Romanos 8:1-5)

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